Quando o pai de Maria faleceu, a família estava devastada. Entre a dor e as despesas do funeral, ninguém pensou em inventário. Os meses foram passando. Um ano. Dois anos.
Quando Maria finalmente tentou vender o apartamento que herdou para pagar as dívidas da família, descobriu que não podia. O imóvel ainda estava no nome do pai. O banco negou o financiamento do comprador. A venda caiu.
Pior: ao procurar um advogado, soube que o ITCMD já tinha multa de 20% por atraso. E o inventário judicial? O advogado estimou 2 a 3 anos de processo e custos que passavam de R$ 40.000.
Foi então que Maria conheceu o inventário extrajudicial. Com a orientação certa, em 47 dias a escritura estava pronta. O custo total ficou em menos da metade do que gastaria no judicial. A casa foi vendida. As dívidas, pagas. A família, em paz.