Carla vivia um casamento que já não funcionava há anos. Queria o divórcio, mas o marido ameaçava: "Se você pedir a separação, vai perder a guarda das crianças e não vai ver um centavo."
Quando nos procurou, explicamos que a lei protege o melhor interesse da criança — não os interesses do cônjuge mais agressivo. Entramos com ação de divórcio, pedido de guarda compartilhada, fixação de alimentos e partilha de bens.
Resultado: Carla obteve a guarda compartilhada, pensão adequada para os filhos, 50% do patrimônio construído durante o casamento e a regulamentação de visitas que preserva o vínculo das crianças com ambos os pais.